O que esperar deste livro?

Este livro contém palavrões, é politicamente incorreto, ofensivo, contém ironias, sarcasmo, está recheado de generalizações e, portanto, não é recomendado para pessoas sensíveis, justiceiros sociais, patrulheiros ideológicos, ativistas, militantes e mimizentos em geral

Sem rodeios

O autor usa e abusa do direto ao deboche e sarcasmo ao se referir às figuras de nossa política atual e do passado

Ninguém sai ileso

Nem o próprio leitor sai ileso após a leitura de "A Arte do Sarcasmo". Ou você amará ou odiará!

Politicamente incorreto

Além das figuras públicas, os textos ironizam e criticam o politicamente correto na sociedade atual

Sobre o livro

A Arte do Sarcasmo já valeria a leitura pela forma como bota o dedo na ferida dos políticos, sejam eles os prefeitos ou vereadores de alguma cidade do interior, os ex-presidentes Lula, Dilma, Fernando Henrique e Temer ou o atual chefe do executivo federal, Jair Bolsonaro. Mas o que de fato seduz no livro não é exatamente isso. É a forma ousada e debochada com que o autor satiriza todas essas figuras e o politicamente correto do mundo atual.

Trechos do livro

Confira abaixo trechos de alguns capítulos do livro

LULA, O SOCIOPATA

[...]Bastaram alguns segundos fora do xadrez que a primeira coisa que o sr. da Silva fez foi se reunir com parte da maior quadrilha de todos os tempos em cima de um palanque para de lá destilar ódio contra tudo e contra todos, incitar violência civil e defender ladrão de celular[...]

O IMBECIL DO ANO

[...]Waters, que assim como o mensaleiro José Dirceu se tornou um grande guerreiro do povo brasileiro, foi um dos que aproveitando sua passagem por aqui para uma série de apresentações aderiu à modinha #elenão. É que entre um show e outro, sempre dá tempo de tentar salvar o mundo.[...]

A HIPOCRISIA DO ATIVISTA

[...]O ativista é um parasita que sobrevive à custa das supostas boas causas para se sentir moralmente superior. O ativista “cuida” e “luta” interesseiramente de acordo com as pautas vigentes: da mulher, do negro, do gay, do índio, etc. mesmo quando a maior parte inclusa dentro dessas classes de pessoas vive normalmente sua vida sem ter uma confraria para importuná-la.[...]

AS DESVENTURAS DO CAPITÃO CLOROQUINA

[...]O homem tinha tudo para entrar para a história como um grande reformista e estadista brasileiro, mas não; o sujeito preferiu a pior forma de governar, traindo os eleitores que apostaram numa agenda mais liberal. Queimar dia após dia seus principais aliados, “correr do Queiroz” (que inclusive já apareceu) e colar com gente do naipe de Carlos Marun, um investigado pela polícia, é de fazer corar a cara do bolsonarista mais xiita.[...]

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